O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa, no âmbito da Comissão de Emigração e "The Portuguese-American Historical & Research Foundation, Inc." tem o prazer de convidar V. Exa. a estar presente na Sessão de lançamento do livro:
OS PORTUGUESES NA FORMAÇÃO DA AMÉRICA
O autor será apresentado pelo Senhor Comandante José Manuel Malhão Pereira. Durante a Sessão serão projectados diapositivos electrónicos com Mapas, Quadros e Ilustrações que fazem parte do livro.
Apresentação pelo autor Manuel Mira, dos resultados da sua investigação nos últimos dez anos sobre a presença dos Portugueses no Continente Norte-Americano desde o século XV.
Após a apresentação todos os presentes são convidados a participar durante o período de perguntas e respostas.
A Sessão realizar-se-á na Sala Algarve desta Sociedade, Rua das Portas de Santo Antão, a 100, Lisboa, no dia 9 de Outubro (Terça-feira), pelas 18:30 horas.
Contactos do autor:
P.A.H.R. Foundation, Inc. - 277 Industrial Park Road - Franklin, NC 28734 - USA
Fax: (828) 369-3751
portugal@portuguesefoundation.org
http://www.portuguesefoundation.org/preview.html
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Agencia Lusa
Crítica literária de Ana Folhas de Oliveira (jornalista)
Lisboa, 07 Out (Lusa) – A história de Sylva, cidade com origens lusitanas na Carolina do Norte , ou a importância do Cão d´água Português para os caçadores Apalaches são exemplos da secular influência portuguesa nos EUA revelados agora em livro.
Com o nome "Os Portugueses na Formação da América", a obra - assinada por Manuel Mira -, vai ser lançada em Portugal, no dia 09 de Outubro, na Sociedade de Geografia, constituindo a edição portuguesa do trabalho recente
O autor, um empresário português residente nos EUA, em entrevista à Agência Lusa, apontou as motivações que seguiu, durante dez anos, para concluir uma obra que pretende promover o "brio e orgulho pela nossa herança histórica e cultural".
Este livro, sublinhou, é o desejo de há muitos anos projectar tudo o que existe de "positivo entre nós, Portugueses, num mundo em que somos considerados como uma minoria invisível de tão pequeno que somos".
"Vivemos muito preocupados em nos promovermos dentro da nossa comunidade que nos esquecemos que ao perder tempo com uma autopromoção, acabamos por ser ignorados e esquecidos. Temos uma das mais ricas histórias dentro da comunidade das nações e não tiramos partido deste facto", frisou.
E acrescenta não ser difícil tirar partido disso, se se considerar que fora de Portugal existe metade da sua população (cerca de cinco milhões) que podem servir de embaixadores a todos os níveis da Sociedade.
"Pessoalmente fiz o mesmo, e antes de escrever este livro em Português, escrevi dois em Inglês para os outros saberem a parte positiva do nosso povo, pois nós já sabemos que somos bons, o que agora é preciso é dizer ao resto do mundo não só o que fomos mais ainda o que poderemos ser no futuro", salientou.
A obra, com 424 paginas, 119 ilustrações e mais de 700 nomes e suas origens, mostra a presença e a influência portuguesa nos EUA nas mais variadas áreas como o folclore, a gastronomia ou mesmo a Língua, levando o leitor a mergulhar por vezes num baú de inéditos e de histórias só agora vindas a lume.
Um desses exemplos relatados no livro revela a existência de, pelo menos, 38 palavras inglesas derivadas da Língua Portuguesa como é o caso dos vocábulos firm (firma), typhoon (tufão) ou tank (tanque).
Também na área da gastronomia, o autor foi desencantar algumas das comidas mais populares do sudoeste dos EUA e que fazem parte dos hábitos alimentares dos portugueses, descobrindo que uma cadeia de restaurantes na Carolina do Norte serve nabiças com presunto e salada de feijão frade, dois pratos tipicamente lusitanos.
Mas a obra não se resume apenas aos vários tipos de influência da presença portuguesa nos EUA e, entre milhares de assuntos, reporta-se ao tempo da escravatura e relata a própria História de Portugal.
"O amor pela nossa História e o facto de querer informar o que era desconhecido de muita gente não só na América como na maior parte do mundo" constituíram as grandes linhas orientadoras de Manuel Mira para a concepção do livro.
"Temos que ter em consideração que não existe um livro editado em Inglês sobre a história detalhada de Portugal excepto um que foi publicado em 1975 e que está esgotado, explicou à Lusa.
Por outro lado, nas viagens que tem vindo a efectuar pelo estrangeiro sempre teve a curiosidade de saber se os Portugueses estiveram ou não no local que visitava, fazendo as respectivas investigações.
Tudo isso está nesta obra que o autor classifica de "natureza histórica", com informação para os Genealogistas e de referência geral para todos que se interessam pela "nossa história e pelo nosso povo que partiu há muitos séculos".
Nesse sentido, o trabalho apresenta uma ampla colecção de documentos que atestam a exploração ibérica do Novo Mundo desde o século XVI e um vastíssimo leque de informação para quem quiser abrir novas pistas que o autor recolheu em arquivos portugueses, espanhóis e norte-americanos ao longo de vários anos.
Inevitavelmente, dedicou uma boa parte das investigações aos primórdios da história dos EUA, apesar de ser muito vaga antes do século XVII e dos séculos XV e XVI serem até considerados como "os séculos esquecidos da história dos EUA".
No entanto, apresenta investigações feitas por historiadores e genealogistas que apontam para e chegada ao continente americano de colonos no princípio de 1500, quando foram iniciadas as viagens para a Índia.
Esses colonos viriam a ser chamados de Melungos ou "Melungeons" e alguns investigadores acreditam que registos de documentos recentemente descobertos sustentam a hipótese deste povo ser de descendência portuguesa, cujas primeiras referências a estas origens surgem por volta de 1801.
O povo Melungo, que ainda há meio século vivia foragido nos Montes Apalaches, fixou-se em data incerta nas montanhas dos Estados de Carolina do Norte e Tennessee, onde sofreu durante muito tempo discriminação por não ter uma pele tão branca como os povos anglo-saxónicos.
Embora o livro – que será editado pela Fundação Luso-Americana de Pesquisas Históricas – dê uma amplitude muito vasta da História portuguesa e da sua influência na formação da América, o objectivo final passa por uma questão lúdica (relativa) e educativa.
Segundo o autor, visa promover "entre a nossa gente, principalmente os mais novos, a necessidade de se manterem na escola e continuarem a sua educação a níveis superiores."
"Se quisermos ter um lugar importante na sociedade em que vivemos, temos que aumentar o número de anos de escola, não só no Liceu mas também na Faculdade", concluiu Manuel Mira. AFO Lusa/Fim
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Fax: (828) 369-3751
portugal@portuguesefoundation.org
http://www.portuguesefoundation.org/preview.html
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Agencia Lusa
Crítica literária de Ana Folhas de Oliveira (jornalista)
Lisboa, 07 Out (Lusa) – A história de Sylva, cidade com origens lusitanas na Carolina do Norte , ou a importância do Cão d´água Português para os caçadores Apalaches são exemplos da secular influência portuguesa nos EUA revelados agora em livro.
Com o nome "Os Portugueses na Formação da América", a obra - assinada por Manuel Mira -, vai ser lançada em Portugal, no dia 09 de Outubro, na Sociedade de Geografia, constituindo a edição portuguesa do trabalho recente
O autor, um empresário português residente nos EUA, em entrevista à Agência Lusa, apontou as motivações que seguiu, durante dez anos, para concluir uma obra que pretende promover o "brio e orgulho pela nossa herança histórica e cultural".
Este livro, sublinhou, é o desejo de há muitos anos projectar tudo o que existe de "positivo entre nós, Portugueses, num mundo em que somos considerados como uma minoria invisível de tão pequeno que somos".
"Vivemos muito preocupados em nos promovermos dentro da nossa comunidade que nos esquecemos que ao perder tempo com uma autopromoção, acabamos por ser ignorados e esquecidos. Temos uma das mais ricas histórias dentro da comunidade das nações e não tiramos partido deste facto", frisou.
E acrescenta não ser difícil tirar partido disso, se se considerar que fora de Portugal existe metade da sua população (cerca de cinco milhões) que podem servir de embaixadores a todos os níveis da Sociedade.
"Pessoalmente fiz o mesmo, e antes de escrever este livro em Português, escrevi dois em Inglês para os outros saberem a parte positiva do nosso povo, pois nós já sabemos que somos bons, o que agora é preciso é dizer ao resto do mundo não só o que fomos mais ainda o que poderemos ser no futuro", salientou.
A obra, com 424 paginas, 119 ilustrações e mais de 700 nomes e suas origens, mostra a presença e a influência portuguesa nos EUA nas mais variadas áreas como o folclore, a gastronomia ou mesmo a Língua, levando o leitor a mergulhar por vezes num baú de inéditos e de histórias só agora vindas a lume.
Um desses exemplos relatados no livro revela a existência de, pelo menos, 38 palavras inglesas derivadas da Língua Portuguesa como é o caso dos vocábulos firm (firma), typhoon (tufão) ou tank (tanque).
Também na área da gastronomia, o autor foi desencantar algumas das comidas mais populares do sudoeste dos EUA e que fazem parte dos hábitos alimentares dos portugueses, descobrindo que uma cadeia de restaurantes na Carolina do Norte serve nabiças com presunto e salada de feijão frade, dois pratos tipicamente lusitanos.
Mas a obra não se resume apenas aos vários tipos de influência da presença portuguesa nos EUA e, entre milhares de assuntos, reporta-se ao tempo da escravatura e relata a própria História de Portugal.
"O amor pela nossa História e o facto de querer informar o que era desconhecido de muita gente não só na América como na maior parte do mundo" constituíram as grandes linhas orientadoras de Manuel Mira para a concepção do livro.
"Temos que ter em consideração que não existe um livro editado em Inglês sobre a história detalhada de Portugal excepto um que foi publicado em 1975 e que está esgotado, explicou à Lusa.
Por outro lado, nas viagens que tem vindo a efectuar pelo estrangeiro sempre teve a curiosidade de saber se os Portugueses estiveram ou não no local que visitava, fazendo as respectivas investigações.
Tudo isso está nesta obra que o autor classifica de "natureza histórica", com informação para os Genealogistas e de referência geral para todos que se interessam pela "nossa história e pelo nosso povo que partiu há muitos séculos".
Nesse sentido, o trabalho apresenta uma ampla colecção de documentos que atestam a exploração ibérica do Novo Mundo desde o século XVI e um vastíssimo leque de informação para quem quiser abrir novas pistas que o autor recolheu em arquivos portugueses, espanhóis e norte-americanos ao longo de vários anos.
Inevitavelmente, dedicou uma boa parte das investigações aos primórdios da história dos EUA, apesar de ser muito vaga antes do século XVII e dos séculos XV e XVI serem até considerados como "os séculos esquecidos da história dos EUA".
No entanto, apresenta investigações feitas por historiadores e genealogistas que apontam para e chegada ao continente americano de colonos no princípio de 1500, quando foram iniciadas as viagens para a Índia.
Esses colonos viriam a ser chamados de Melungos ou "Melungeons" e alguns investigadores acreditam que registos de documentos recentemente descobertos sustentam a hipótese deste povo ser de descendência portuguesa, cujas primeiras referências a estas origens surgem por volta de 1801.
O povo Melungo, que ainda há meio século vivia foragido nos Montes Apalaches, fixou-se em data incerta nas montanhas dos Estados de Carolina do Norte e Tennessee, onde sofreu durante muito tempo discriminação por não ter uma pele tão branca como os povos anglo-saxónicos.
Embora o livro – que será editado pela Fundação Luso-Americana de Pesquisas Históricas – dê uma amplitude muito vasta da História portuguesa e da sua influência na formação da América, o objectivo final passa por uma questão lúdica (relativa) e educativa.
Segundo o autor, visa promover "entre a nossa gente, principalmente os mais novos, a necessidade de se manterem na escola e continuarem a sua educação a níveis superiores."
"Se quisermos ter um lugar importante na sociedade em que vivemos, temos que aumentar o número de anos de escola, não só no Liceu mas também na Faculdade", concluiu Manuel Mira. AFO Lusa/Fim
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The Portuguese Making of America: Melungeons and Early Settlers of America
Manuel Mira (Author)
Description
Early American history before the 17th century is rather vague. The 15th and 16th centuries are often called the lost or forgotten centuries in American history
The author has painstakingly done a lengthy research on the attempts of one particular group to settle in North America since the early 15th century. The Portuguese people are one the oldest European group of settlers, probably the first to arrive in this continent and permanently settle among the natives in a peaceful manner. This book follows their quest for a better life in the New World and of other groups who consider themselves Portuguese, such as the Melungeons of the Blue Ridge Mountains of North Carolina, Tennessee and Virginia.
About the Author
Manuel Mira was born in Portugal and lives in the Appalachians. His research has brought to light for the first time some of the missing pieces in the Melungeon puzzle. His work also presents several aspects of American and Portuguese history. The author has lived for extensive periods of time in three continents. This has given him considerable knowledge of the different groups of people with whom the Portuguese have integrated. His love for history and deep interest in social and community affairs gave him an opportunity to compile many years of experience and research into a book that will be a welcome addition to any library. Manuel Mira married to Lurdes for over 40 years, have a son and daughter and six beautiful grandchildren. Manuel is also the Chairman of an electronic manufacturing firm and as a hobby writes for Portuguese newspapers.
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DNA HELPS SOLVE THE MELUNGEON MYSTERY:
In 1996, after an extensive investigation, a Portuguese author revealed that the origin of the Melungeon people connection with the Portuguese may have had its beginnings in Northern India, Goa, Damão e Diu.
Now, seven years later and after two years of DNA study, Dr. Kevin Jones a molecular Biologist from the University of Tennessee in Wise, declared during the fourth Union of the Melungeon people in Kingsport, Tennessee that the results showed that about 5 percent of the DNA indicated African descent, 5 percent was native American, and the rest was "Eurasian" a group defined by clumping together Europe, the Middle East and India.
Dr. Jones also said that the most surprising was evidence of a rare DNA sequence common to a Northern Indian tribe called the Siddis. They are located in
NORTH CANARA, OU KARNATKA, A PROVINCE WHERE THE PORTUGUESE HAD ITS INDIAN EMPIRE AND WHERE GOA, DAMÃO E DIU IS LOCATED.
Originally the study had begun to gain insight into diseases that seemed to occur more frequently in the Melungeons than in any other population.
The Siddis are descendants of sailors - possible Portuguese - and merchants who ended up in India as a result of trade with East Africa (Mozambique).
This news was first published in the book "The Forgotten Portuguese" and subsequently in the the "Luso-Americano" as part of a series of articles.
The Portuguese-American Historical and Research Foundation has recently published two additional books in English and Portuguese focusing in the history of the presence of this and other groups connected with the Portuguese: "The Portuguese Making of America" and "Os Portugueses na Formação da América" which are on sale at the Luso-Americano book store.
The amazing story of the Melungeons has puzzled American writers and researchers for the last two hundred years. Their presence in the Appalachian Mountains was felt around the mountains located in Tennessee, Virginia, and North Carolina. They have been subjected to discrimination just like the Blacks, because of their olive skin tone. Today however most of them have fair complexions and look quite Caucasian, although with a Mediterranean complexion.
Their claim of Portuguese ancestry has been ignored in spite of the constant confirmations by researchers, authors, and journalists of that possibility.
by Manuel Mira
(1ª parte de 3)
(2ª parte de 3)
(3ª parte e Fim)

Ocala in Florida – Hochelaga in Canada – Oaxaca in Mexico
Oxala: Indian Song with the Portuguese word OXALÁ
Read about these mysteries and more… Click here
(2ª parte de 3)
(3ª parte e Fim)

Ocala in Florida – Hochelaga in Canada – Oaxaca in Mexico
Oxala: Indian Song with the Portuguese word OXALÁ
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10 comments:
E eis que os franceses aprendem finalmente a manobrar um barco!
E aí vão através do Mar Oceano, A Liberdade, a Fraternidade e a Igualdade, ainda em embrião, à Conquista do Paraíso!
Et M. Philipe de Buache, apressa-se a registar a Carta das Terras Austrais, compreendidas entre o Trópico de Capricórnio e o Pólo Antártico... Onde se vêem as novas descobertas feitas em 1739, ao Sul do Cabo da Boa Esperança por ordem de Mss De La Companhie des Indes, desenhadas de memória e sobre a Carta Original de Lovier Bouvet, encarregado desta expedição por Philippe Buache da Academia Real das Ciências.
Tal como no Mapa de Piri Reis, e de Orontius Finaeus, no Mapa de Philipe Buache, a Antártida está cartografada, sem a Cobertura de Gelo.
Em 1739!!!
Deve ter sido devido ao Aquecimento Global!
Em 1739, os Glaciares da Antártida tinham derretido.
Só é pena que tenham voltado a formar-se tão rápidamente!
É no que dá, quando se roubam Mapas e Diários de Bordo, aos verdadeiros Navegadores, pelos quais se pretende passar!
Gaffes!!!
Mr de La Madeleine, o Espião!
Cretinos!
Vieram em nome da Liberdade, da Fraternidade e da Igualdade, roubar Mapas e Manuscritos!!!
Mata Hari
Grato pela suas mensagens Mata Hari,
O lado bom das coisas, graças aos espiões e ladroes franceses que sempre estiveram presentes,
vinham com as melhores intenções do mundo trazer pelas suas ordens religiosas a sua brilhante cultura medieval, em que se morria da peste por proibirem que se extirpasse um abcesso, actualmente algumas seriam consideradas mesmo pela igreja católica romana de seitas. Mas isto é o cerne do problema.
Espiões e ladroes franceses estão sempre presentes, vão mudando de disfarce segundo as épocas. Mas para concluir como comecei, o lado bom da coisa é que nos arquivos franceses estão muitos documentos que dizem respeito aos portugueses que oficialmente não pretendem a sua restituição. Podem ser consultados estudados e divulgados, se cada português fizesse um blogue a falar sobre eles e publicasse na Wiki... passaríamos de povo emigrante iletrado a coisa melhor, pois se Mata Hari soubesse como são vistos e tratados os portugueses no estrangeiro arrepiava-se.
Cumprimentos,
José Manuel CH-GE
Caro José Manuel
Os franceses são uns sacos de arrogância, mas isso é para mascararem o facto de nunca terem feito nada que prestasse, ao longo da História.
Mas venho dizer-lhe que a Airmid voltou.
Veio do tipo diplomático, deve ter falado com algum Monge Tibetano, que a aconselhou a aprender a arte de ser paciente.
Escreveu no Geneall, mas não creio que por lá fique.
O José Maria saiu da clausura, para desejar Bom Ano aos que o puseram na rua, e lamentar que Tenham ignorado o Natal de Colombo.
Nem lhe responderam, claro, que queles ali são do estilo Moita de Deus, mas para o envernisado.
Então a Airmid, a propósito de Colombo ter destruido a Santa Maria, na Manhã de dia de Natal, e para que ninguém o seguisse e fixasse a rota que ele tomava, ter deixado mais de trinta marinheiros numa colónia que fundou, nas Falklands, atirou-lhes com´a Divisa de Dom Pedro de Coimbra O DÉSIR com a Balança, que encontrou no Brasão das Ilhas Falkland, onde está também uma caravela portuguesa com as Cinco Quinas em forma de Cruz.
No Brasão das Falklands, A Divisa diz DÉSIRE THE RIGHT.!
Os Ingleses dizem que foi um inglês qualquer que naufragou por lá, e que tinha um filho chamado Désire, e por isso dera esse nome ao barco.
Como se Désire, fosse o nome de inglês e os ingleses usassem velas com cinco Quinas.
E antes do Inglês, dizem os franceses que também lá tinham estado.
É caso para perguntar com que mapas. Porque se nem a espanholada, lá chegou e descobriu a passagem.
Não fosse o imbecíl do Magalhães, e só lá tinham chegado agora com GPS.
Mas o melhor, é que parece que a Santa Maria está lá.
O Da Maia devia continuar.
Aquilo de Fátima, deixou-me muito curiosa.
Cumprimentos
Mata Hari
Spie
Olá, o Lobo das Ilhas Falkland é um caso que me lembra outro mas mais antigo, um urso polar em pintura rupestre que pode ter 60.000 anos, datação de fogueira da gruta ao carbono 14, é representado como urso xamânico pelo inuítas do Pólo Norte,
http://2.bp.blogspot.com/_H3hPB3_DZTE/SoBc495AYUI/AAAAAAAAANo/dXuCK2NeUE4/s1600-h/Pedra+Furada+Brasil.JPG
o conjunto de abrigos da Pedra furada tem também representação da mais antiga embarcação que se conhece e homens lutando com um dinossáurio...fiz um artigo no Portugalliae sobre isto.
Sobre as cinco quinas os escoceses também a usam... vi uma reportagem sobre o estreito de Magalhães e fiquei convencido que é impossível ir do Atlântico para o Pacifico sem se conhecer rigorosamente a rota, Magalhães não poderia tê-lo atravessado se não o conhece-se.
Sobre o topónimo Fatima no Canadá no artigo Wiki a igreja não é em forma de concha mas o telhado representa uma embarcação casco para cima, o pároco diz não ter nada a haver com os portugueses, como bom francófono vai para o paraíso da aldrabice francesa. O que mais magoa são as ilhas que os franceses ao lado ainda detêm (Saint-Pierre-et-Miquelon / Ilhas das Onze Mil Virgens / Ilhas Verdes) que pertenceram a um armador português Fagundes, as populações deste arquipélago deslocaram-se para a tal Fatima quando da revolução francesa (12 avril 1793).
Isto são pequenos artigos que aparecem na Wiki e no Web e são apagados, por isso é importante que outros blogs os conservem...
Cumprimentos,
José Manuel CH-GE
Caro José Manuel
A Bandeira da Escócia é Cruz de Stº André, Cruz Branca em diagonal, em Fundo Azul.
O Eatandarte Real Escocês é Leão Vermelho virado a Ocidente, com língua e garras azuis, em dupla bordadura flordelisada em fundo amarelo.
O Hebrom Escocês conjuga a Bandeira com o Estandarte.
Não existem As Cinco Quinas dispostas em Cruz em nenhum deles.
O Estandarte Real Escocês, parece remontar a Malcom III, 1061, e foi usado pelo Rei David I, na Batalha do Estandarte.
Agora aqui para nós, existe uma pessoa que poderia usar o Leão do Estandarte Real da Escócia, e as Cinco Quinas dispostas em Cruz, e usar um fundo azul, que é comum à Bandeira do Conde Dom Henrique, e à Bandeira da Escócia, e transformar a Cruz, em ondas Brancas.
Teria é que pertencer a ambas as Casas Reais, à Escocesa e à Portuguesa.
Também poderia usar o Verde, que alguém transformou em Prado, se pertencesse à Casa de Aviz.
Mas para usar o DÉSIR como Divisa, só se fosse o Sucessor de Pedro.
De Dom Pedro, o das Sete Partidas!!!
Quanto ao Lobo das Falkland era um Chrysocyon Brachyurus, nativo da América.
Não está ligado a nenhum outo tipo, e é uma relíquia da Fauna Plistocènica.
Aposto que o seu Urso também é.
Mas vou confirmar.
Quantos ao que Franceses e Espanhóis roubaram, terá que ser devolvido até ao último CEITIL, porque todos nós temos o direito, de vêr o Mapa do Bote ao VIVO!
Maria da Fonte
"O Hebrom Escocês conjuga a Bandeira com o Estandarte. Não existem As Cinco Quinas dispostas em Cruz em nenhum deles."
Pois é, mas nem toda agente tem as mesmas interpretações da heráldica;
...( Étendard du “Hébron”(Éburons) ou “Royal Écossais” et les Armes du Portugal http://racines.traditions.free.fr/bla3croi/bla3croi.pdf )
Isto faz-me pensar na Wiqui espanhola estavam muito perto de atribuir a nacionalidade espanhola a Magalhães, e na brasileira para eu conseguir dar a nacionalidade portuguesa a Cabrilho tive que ir buscar arquivos oficiais portugueses sobre edição comemorativa do selo Cabrilho dos correios portugueses e estratos de Las Casas, nem assim admitiam que Cabrilho fosse português, haja bom senso, se os espanhóis virem espanhóis en todo o lado estamos tramados, não podemos fazer o mesmo, é como esta de quererem que Colombo seja português, até pode ter sido mas há que prová-lo, e mais Colombo glorificado ensombra todos os navegadores e pilotos astrónomos e cartógrafos portugueses, ao defenderem Colombo enterram a história da navegação portuguesa, Colombo devia ser desmistificado e não glorificado. Por isto tudo faço votos que se encontrem cópias integrais do Mapa Piris Reis, que dele nada tinha, que sejam consensuais para que se acabe de uma vez com este embuste da história dos descobrimentos europeus quinhentistas, que o Vaticano publique os segredos que guarda, apesar de muita gente já os conhecer! Estamos em 2010 e não na idade média.
Não penso que a mítica Atlântida fosse situada nem nos Açores nem na Madeira e muito menos no Mediterrâneo, talvez seja na Antárctida. De toda a maneira uma coisa é certa os portugueses detêm ainda o segredo da fonte que lhes permitiu navegar com uma precisão diabólica de noite e dia em mar alto sem costa à vista por todos os oceanos deste planeta Terra, e isso até que seja descoberta as suas verdadeiras fontes é mérito português, que eles queiram ou não.
Cumprimentos,
José Manuel CH-GE
Cara Airmid,
Também tenho tentado interpretar algumas vezes descodificar siglas que possam ser codificados em anagrama, mas não gosto nem de Scrabble nem de palavras cruzadas, é tudo muito ambiguo para mim, sempre estanhei que a divisa do Infante seja a que a que dizem, a tese de AvorSilves sobre este assunto convenceu-me, mas resta muito a elucidar no meio de tanto secretismo das navegações portuguesas.
O documentário que vi sobre o estreito de Magalhães mostrava o que actualmente a marinha e guarda costa do Chili tem que enfrentar para patrulhar a zona, mesmo com os meios técnicos actuais radar e GPS é um perigoso labirinto, se Magalhães tivesse que descobrir o Pacifico teria feito a volta pelo Kaap Hoorn e nunca pelo estreito, só lá se metia quem conhecia a passagem.
De toda a maneira devia-se divulgar que o pilote de Drake era um português... vi também recentemente um programa em que os britânicos desmistificam o pirata da Rainha dizendo o que foi verdadeiramente este Drake, isto pela BBC, mas continuam a encobrir o que copiaram aos portugueses.
Cumprimentos,
José Manuel CH-GE
Olá, para terminar pois não pretendo criar mais polémica, pois já abanei demasiado algumas pessoas com os meus enigmas,
Antes do cristianismo existiam já "cristãos"... antes do Cristo nascer.
sto é um incentivo a lerem Christian Mandon “ Les origines de l’Arbre de Mai ”dans la cosmogonie runique des Atlantes boréens, cuja segunda parte trata de heráldica.
Para mim importante que gosto de desmistificar as coisas e desmascarar o establishment, não gosto de injustiças...
Quanto a Colombo, não gosto deste senhor, nem que seja da família Real portuguesa, por causa dele o mar perde muitas das suas lágrimas cujo sal é sangue de Portugal, com esta aldrabice da descoberta da América por Colombo os navegadores e pescadores portugueses que antes deste Colombo ter nascido já iam ao Canada pescar o bacalhau ficam completamente esquecidos negados, não existiram oficialmente! Cabot também nunca pôs os pés na América! Mas há quem esteja hipnotizado por "Paraísos terrestres" no Brasil, e veja Colombo como a reincarnação do Cristo, não tenho nada contra a reincarnação, na origem os cristãos deixavam-se sacrificar nas arenas romanas pelos leões pois acreditavam nela.
Como dizem actualmente os mestres do mundo no limiar de serem substituídos pelos chineses, aos portugueses ninguém lhes pode tirar que foram os precursores da globalização. E eu acrescento os carrascos do Islão pois foi Vasco da Gama que lhes acabou com a Rota da Seda.
Isto de primazias medievais de descobrimentos já não faz sentido em 2010.
Mas não se devia abdicar de defender a portugalidade, pois não concordo que se misture tudo com o label "os europeus",
É dramático para cinco milhões de expatriados portugueses viverem em territórios que foram explorados e pertenceram a Portugal sem que se faça uma única alusão a isso, estátuas de Gaspar Corte Real (*) já o Estado português não volta a oferecer ao Canadá.
Cumprimentos,
José Manuel CH-GE
(*) http://4.bp.blogspot.com/_H3hPB3_DZTE/Szunfsv0X_I/AAAAAAAAAOo/ex39hH2FABg/s1600-h/Gaspar+Corte+Real+St.+Johns+Newfoundland.jpg
Tenha Calma
Que Colombo não é nada disso.
Então não lhe disse já que Colombo usava a Devisa de Dom Pedro de Coimbra, o das Sete Partidas, O Sábio.
DÉSIR (De Justiça)
Cristóvão Colombo, foi o sucessor de Dom Pedro de Coimbra, O Mestre!
Eu não avisei já, que está muito xilique para acontecer!?
Airmid
Sobre esta questão vale a pena registar que o Corsário Thomas Cavendish, em Janeiro de 1588, saqueou a Nau de Manila Santa Ana, no Cabo de São Lucas, de cuja tripulação fazia parte o Piloto Português Sebastião Rodrigues Soromenho.
Os relatos destes acontecimentos estão reunidos numa colecção reunida por Richard Hakluyt, e a essa documentação, acrescenta-se em 1593, o testemunho de três súbdítos espanhóis que depõem numa audiência, no México, sobre um por menor particular do saque.
Por estes documentos, ficamos a saber que o Capitão Tomás Azola, se fez representar por Pedro Bravo de Paredes, que foi levado para bordo do "Desire", a ele se juntaram pouco depois o Capitão, o Frade Francisco Ramos, Don Juan de Almendrales, António Sierra, Juan Maldonado, e o português Sebastião Rodrigues Soromenho.
(Arquivo Geral das Índias, Patronato, 265, R.51 ).
Cavendish, quando se prepara para partir, em meados de Fevereiro, necessita de Pilotos habituados a navegar nas águas Filipinas, para poder seguir em direcção ao Cabo da Boa Esperânça.
Para isso torna CATIVOS, dois Espanhóis e um Português.
"Y que para el dicho efecto lleuaram dos españoles que tomaram de la dicha nau Sanctana platicos llamados Alonzo de Valladolid y Nicolau Rodrigues, português."
Num outro testemunho, num inquérito levado a cabo pelo Vice-Rei Luís Velasco, sobre as circunstâncias do roubo da nau Santana, António di Siera, refere que sairam de Cabite, o Porto de manila, em 1587, capitaniados por um "vizcayno llamado Tomás de Arçola y por piloto Sebastian Rodrigues, portugues, algarauio"
Ora é em 1592/1593, que consta a famosa viagem de Cavendish e John Davis, que pretendem atingir a Ásia pelo Estreito de Magalhães, e "descobrirem" a passagem do Nordeste Americano pela Costa do Pacífico.
E durante esta viagem, que os "intrépidos" e "experimentados" ingleses "descobrem" as Falkland.
Pois! Pois!
E no Brazão das ditas, está então o Desire The Right, e a Caravela das Quinas, de Cavendish.
Ou será de Davis?
Ou o Direito seria Português, sobre aquelas e outras paragens?
Só que Portugal, estava em 1592, sob usurpação castelhana...
E mais tarde, Don Pedro e Don Francisco Maldonado, Don Juan de Padilla e Don Juan Bravo são assassinado pelo Habsburgo, Carlos V, durante a Revolta dos Comuneros, na sequência da Batalha de Vilalar!
Pois! Pois!
Coincidências!
Au Revoir
Anonyme
A questão de o chamados de Mulungeons serem portugueses me deixa em dúvida. Em primeiro lugar os portugueses são um povo de raça branca; segundo, nessas datas já eram um povo católico. A identificação de portugueses com uma raça mestiça penso estar teóricamente e genéticamente errada.
Os portugueses sempre foram brancos e orgulhosos, vejamos a nossa história no continente Africano.
A possibilidade destes povos serem turcos misturados com mestiços e negros me parece muito mais fundamentada. O desvio das caravelas portuguesas do Cabo da Boa Esperaça até ao Continente Norte Americano não tem qualquer suporte histórico, mesmo que isso fosse possível o Sul da America seria o ponto mais viável de destino. Existem ainda muitas outras razões que me levam a crer que este povo não tem absolutamente nada a ver com portugueses. Mas um artigo meu acerca deste assunto daria pano para mangas. No entando não deixo de apreciar a tentativa de chamarem aos portugueses mestiços.
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